quarta-feira, 5 de junho de 2013
terça-feira, 28 de maio de 2013
MINHA FÉ - ZECA PAGODINHO
Faça das palavras do Zeca as Minhas.....
Eu tenho um santo
Padroeiro, poderoso
Que é meu pai Ogum
Eu tenho
Tenho outro santo
Que me ampara na descida
Que é meu pai Xangô
Caô
E quem me ajuda
No meu caminhar nessa vida
Pra ir na corrida do ouro
É Oxum, é Oxum
Nas mandingas que a gente não vê
Mil coisas que a gente não crê
Valei-me, meu pai, atotô, Obaluaê
Obaluaê
Por isso que a vida que eu levo é beleza
Não tenho tristeza
Eu só vivo a cantar, cantar
Cantando transmito alegria
E afasto qualquer nostalgia
Pra lá, sei lá
E a quem diga
Que esta minha vida
Não é vida para um ser humano viver
Podes crer
Nas mandingas que a gente não vê
Mil coisas que a gente não crê
Valei-me, meu pai, atotô, Obaluaê
domingo, 19 de maio de 2013
JOAQUIM BARBOSA - A ÉTICA EM PESSOA
Ao lembrar que só faz 125 que nos negros gozamos dessa tal liberdade, quem acreditaria das tantas vitorias já conquistada, mas muitas outras ainda virão, tenho certeza disso, oque me faz ter tanta certeza é quando vejo nosso irmãos se destacando, conquistando espaços em varias areas, como midia, saude, educação, esporte dentre outros. mas vamos agora falar um pouco sobre esse grande homem, JOAQUIM BARBOSA.
Joaquim Barbosa nasceu em Paracatu, noroeste de Minas Gerais. É o primogênito de oito filhos. Pai pedreiro e mãe dona de casa, passou a ser arrimo de família quando estes se separaram. Aos 16 anos foi sozinho para Brasília, arranjou emprego na gráfica do Correio Braziliense e terminou o segundo grau, sempre estudando em colégio público. Obteve seu bacharelado em Direito na Universidade de Brasília, onde, em seguida, obteve seu mestrado em Direito do Estado.
Acontecimentos e Imprensa
O presidente do Supremo Tribunal Federal ( STF ), ministro Joaquim Barbosa, está na lista das 100 personalidades mais influentes do mundo da revista Time, dos EUA. A publicação destacou o fato de Barbosa ser o primeiro negro a comandar a Corte e lembrou ter sido ele o jurista que "presidiu o maior julgamento político contra a corrupção no País", em referência ao julgamento do mensalão.
Para a autora do texto sobre o ministro, Sarah Cleveland, professora de direito da Universidade de Columbia, Barbosa é símbolo de uma promessa de um País "novo, compromissado com a diversidade cultural e a igualdade", afirmou, lembrando que o Brasil foi o que mais "importou" escravos em comparação a outros países das Américas.
No perfil, a revista narra o passado pobre de Barbosa e diz que o ministro usou a educação para sair da pobreza. "Trabalhou como faxineiro e tipógrafo no Senado para se sustentar na faculdade de direito", diz a publicação. O texto brinca que a máscara mais popular no carnaval deste ano foi a de Barbosa e não a de um jogador de futebol ou artista famoso.
A autora lembra ainda que Barbosa foi indicado para integrar o STF pelo então presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em 2003, mas afirma que a relação não comprometeu a atuação do ministro no julgamento do mensalão, já que condenou políticos próximos de Lula.
Joaquim Barbosa nasceu em Paracatu, noroeste de Minas Gerais. É o primogênito de oito filhos. Pai pedreiro e mãe dona de casa, passou a ser arrimo de família quando estes se separaram. Aos 16 anos foi sozinho para Brasília, arranjou emprego na gráfica do Correio Braziliense e terminou o segundo grau, sempre estudando em colégio público. Obteve seu bacharelado em Direito na Universidade de Brasília, onde, em seguida, obteve seu mestrado em Direito do Estado.
O presidente do Supremo Tribunal Federal ( STF ), ministro Joaquim Barbosa, está na lista das 100 personalidades mais influentes do mundo da revista Time, dos EUA. A publicação destacou o fato de Barbosa ser o primeiro negro a comandar a Corte e lembrou ter sido ele o jurista que "presidiu o maior julgamento político contra a corrupção no País", em referência ao julgamento do mensalão.
Para a autora do texto sobre o ministro, Sarah Cleveland, professora de direito da Universidade de Columbia, Barbosa é símbolo de uma promessa de um País "novo, compromissado com a diversidade cultural e a igualdade", afirmou, lembrando que o Brasil foi o que mais "importou" escravos em comparação a outros países das Américas.
No perfil, a revista narra o passado pobre de Barbosa e diz que o ministro usou a educação para sair da pobreza. "Trabalhou como faxineiro e tipógrafo no Senado para se sustentar na faculdade de direito", diz a publicação. O texto brinca que a máscara mais popular no carnaval deste ano foi a de Barbosa e não a de um jogador de futebol ou artista famoso.
A autora lembra ainda que Barbosa foi indicado para integrar o STF pelo então presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em 2003, mas afirma que a relação não comprometeu a atuação do ministro no julgamento do mensalão, já que condenou políticos próximos de Lula.
"Novos tribunais serão criados em resorts", critica Barbosa em audiência com juízes
"Os tribunais vão servir para dar emprego para advogados (...) e vão ser criados em resorts, em alguma grande praia", afirmou Barbosa em tom de ironia, acrescentando que gostaria de ter sido ouvido pelo Congresso. "Foi uma negociação na surdina, sorrateira."
"Se os deputados e senadores soubessem que as turmas recursais recebem um número mais expressivo de recursos, eu duvido que essa PEC teria sido aprovada. (...) Os senadores e deputados foram induzidos a erro. (...) Mais uma vez se toma uma decisão de peso no país sem ouvir o CNJ [Conselho Nacional de Justiça]. Ou seja, à base de cochichos."
O vice-presidente da Ajufe (Associação dos Juízes Federais do Brasil), Ivanir César Ireno Jr., interveio e rebateu dizendo que a associação acompanhava o debate sobre a PEC havia anos e que o processo não foi feito de forma sorrateira. A discussão se prolongou por alguns minutos.
"Sorrateira não, ministro. Sorrateira, não. [De forma] Democrática e transparente", disse Ireno.
Em um encontro tenso com as três principais associações de magistrados do país nesta segunda-feira (8), o presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), ministro Joaquim Barbosa, criticou novamente a criação de mais quatro tribunais regionais federais e afirmou que a PEC (Proposta de Emenda à Constituição) foi aprovada de "maneira açodada, sorrateira", com a ajuda das entidades. Houve bate-boca e Barbosa chegou a tentar encerrar algumas vezes o encontro, acompanhado pela imprensa. Em certo momento, disse a um dos magistrados que baixasse o tom de voz e só falasse quando autorizado.
"Se os deputados e senadores soubessem que as turmas recursais recebem um número mais expressivo de recursos, eu duvido que essa PEC teria sido aprovada. (...) Os senadores e deputados foram induzidos a erro. (...) Mais uma vez se toma uma decisão de peso no país sem ouvir o CNJ [Conselho Nacional de Justiça]. Ou seja, à base de cochichos."
O vice-presidente da Ajufe (Associação dos Juízes Federais do Brasil), Ivanir César Ireno Jr., interveio e rebateu dizendo que a associação acompanhava o debate sobre a PEC havia anos e que o processo não foi feito de forma sorrateira. A discussão se prolongou por alguns minutos.
"Sorrateira não, ministro. Sorrateira, não. [De forma] Democrática e transparente", disse Ireno.
"São responsáveis, na surdina, pela aprovação", retrucou Barbosa.
"Sorrateira, não", reafirmou Ireno.
Exaltado, Barbosa pediu que ele abaixasse o tom de voz, ao que Ireno retrucou dizendo que era a sua maneira de falar. O presidente do STF, então, respondeu que ele só dirigisse a palavra quando ele pedisse.
"O senhor abaixe a voz que o senhor está na presidência do Supremo Tribunal Federal", disse Barbosa.
Exaltado, Barbosa pediu que ele abaixasse o tom de voz, ao que Ireno retrucou dizendo que era a sua maneira de falar. O presidente do STF, então, respondeu que ele só dirigisse a palavra quando ele pedisse.
"O senhor abaixe a voz que o senhor está na presidência do Supremo Tribunal Federal", disse Barbosa.
"Eu não estou gritando, eu só estou dizendo...", tentou argumentar Ireno.
Barbosa acrescentou ainda que ele não havia sido convidado para a audiência --apenas os presidentes das três entidades: Anamatra (Associação Nacional dos Magistrados da Justiça do Trabalho), Ajufe e AMB (Associação dos Magistrados Brasileiros).
Fontes:
quarta-feira, 15 de maio de 2013
SAUDAÇÃO AOS ORIXAS.
Oxalá
- Epa epa Babá! (yorubá)
Epa epa(exclamação de surpresa, grande admiração pela honrosa presença); Babá (pai)
Omulu/Obaluaie
- Atoto! (yorubá)
Atoto (Silêncio) – Silêncio! Ele está entre nós!
Oxóssi
- Okê arô! (yorubá)
Okê (monte); arô (título honroso dado aos caçadores) – Salve o grande Caçador!
Oxum
- Ora iê iê ô ! (yorubá)
Salve a Senhora da bondade!
Ogum
- Patakori Ogun! (yorubá) ou ainda, Ogunhê! (brado que representa o força de Ogun) pàtàki (principal); ori (cabeça) – Muita honra em ter o mais importante dignitário do Ser Supremo em minha cabeça!
Yemanjá
- Odô-fe-iaba! (yorubá) ou ainda, Odô iá!
Odô (rio); fe (amada); iyàagba (senhora) – Amada Senhora do Rio (das águas) !
Xangô
- Kawô Kabiecile! (yorubá)
Ká (permita-nos); wô (olhar para); Ka biyê si (Sua Alteza Real); le (complemento de cumprimento a um chefe) – Permita-nos olhar para Vossa Alteza Real!
Iansã
- Eparrê Oiá! (yorubá)
Eparrê (saudação a um dos raios do Orixá da decisão); Oyá (nome por que é conhecida Iansã) – Saudação aos majestosos ventos de Oyá!
Ibêji
- Oni Beijada! (yorubá) ou ainda, Beji, Beijada!
Ele é dois!
Nanã
- Saluba Nanã! (yorubá)
Salve a Senhora Mãe de todas as Mães
Ossaim
- Euê-ô! Euê-ô! Euê-ô! (yorubá)
Ewe (folhas); O (sufixo para cumprimentos (salve) – “Salve as folhas!” ,ou melhor “Salve o Senhor das folhas!”
Preto Velho
- Adorei as Almas!
Caboclo
- Okê, Caboclo!
“Salve o Grande Caboclo”
Boiadeiro
- Xetro marrumbaxetro! Xetruá!
Significação desconhecida. Figuração onomatopéica.
Exú
- Laroyê exú! (yorubá) ou ainda, Exú é mojubá!
“Saudação amiga à Exú” ; móju (viver à noite) bá (armar emboscada) - “Exú gosta de viver a noite, sempre capaz de armar emboscadas”.
Crianças
- Oni, beijada!
“Ele é dois!” , saudação igual a dos orixás Ibeji.
Ciganos
- Arriba!
Malandros
- Salve a Malandragem ! ou ainda, Acosta! Malandro!
Marcadores:
Atoto,
Epa epa Babá,
Eparrê Oiá,
Kawô Kabiecile,
Odô-fe-iaba,
Okê arô,
Oni Beijada,
Ora iê iê ô,
Patakori Ogun,
Saluba Nanã,
SAUDAÇÕES AOS ORIXAS
domingo, 12 de maio de 2013
CULTURA NEGRA.
Em 2003 foi promulgada a Lei nº. 10.639 que alterou a Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB), oassando-se a exigir que as escolas brasileiras do Ensino Fundamental e Médio da Educação Básica incluissem no currículo o ensino da história e cultura afrobrasileira. Desde modo, o vídeo faz uma contextualização histórica e cultural da influência africana no território brasileiro. Assim, torna-se de fundamental importância reconhecer a escola como base transformadora social, criando-se estratégias que atendam as necessidades que atendam as necessidades culturais do educando.
Fontes:
http://educarparaaigualdadeetnicoracial.ning.com/video/projeto-de-cultura-afro-na-escola
http://www.youtube.com/user/FABIOAQUINOART?feature=watch
quinta-feira, 2 de maio de 2013
O PANTEÃO DOS ORIXÁS AFRO-BRASILEIROS
Os filhos de Oxaguiã (oxalá moço), são pessoas joviais e viris. Ativos, guerreiros, alegres e generosos. Não se deixam influenciar por opiniões alheias. São organizados e metódicos em seus ofícios e projetos. Trabalhadores incanssáveis e por essa razão, suscetíveis à crises de estresse. Axé !!! Carlos Roberto ( Amon Sol ) Fonte: http://centropaijoaodeangola.com.br/descubra_seu_orixa_130.html |
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